Quem perde também deve lealdade às regras do jogo
Fachin cobrou lealdade às regras também de quem perde. Com o segundo turno a três dias, o princípio vale para os dois lados da disputa.
BrasíliaAno I
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Fachin cobrou lealdade às regras também de quem perde. Com o segundo turno a três dias, o princípio vale para os dois lados da disputa.
Aprovado por 75 votos a 1 no Senado, o fim da 6x1 devolve tempo, saúde e convivência familiar a milhões de trabalhadores, sem corte de salário.
Opinião: Lula e Flávio cobram sigilo um do outro no TSE. A régua precisa ser a mesma, e atos públicos do governo não dependem de acordo.
Flávio se apresenta como evangélico, usa guerra espiritual e teve postagem contra Lula retirada pelo TSE; pastores criticam o uso político.
Candidato prometeu parceria de longo prazo e investimento protegido, mas não apresentou contrato; lei de Lula cria controles para minerais críticos.
Programa prevê OSs, hospitais privados e prontuário compartilhado; equipe estudou congelar o piso da saúde, mas campanha nega a proposta.
Candidato fala em cortar gastos e liberar R$ 200 bilhões, enquanto o mercado projeta queda gradual e inflação ainda supera a meta.
O caso Dark Horse reúne investigação por lavagem, evasão e corrupção, uma lacuna de US$ 9 milhões e a mensagem de lealdade ao banqueiro.
Com 121 deputados e 28 senadores, o PL pode reconstruir a direita na oposição; no Planalto, passaria quatro anos defendendo Flávio Bolsonaro.
Em duas semanas de outubro, Flávio votou pelo fim da 6x1 que criticara e a campanha deu respostas diferentes sobre aposentadorias e o Bolsa Família.
Lula diz que esta é sua última eleição. Sozinho, o PL terá 57% dos votos que uma PEC exige no Senado, sem carregar o inquérito sobre Vorcaro.
Coluna de Éder Leal: só duas das 433 propostas de Flávio Bolsonaro no Senado foram aprovadas, e o histórico dele contraria o que a direita diz defender.