Flávio ataca Nunes Marques e repete suspeita sem prova
Em entrevista publicada neste sábado, senador diz que presidente do TSE não sabe o que fala e volta a contestar o resultado sem apresentar evidências.
Repórter de Eleições · Jornal da Pátria
Larissa Muniz é repórter de eleições do Jornal da Pátria. Cobre eleições para o Jornal da Pátria. É formada em jornalismo pela UFRGS, com passagens por redações em Fortaleza e no eixo Rio–São Paulo. Trabalhou seis anos em jornalismo local antes de ganhar a credencial que tem hoje. Já fez séries de reportagens sobre orçamento e contas públicas. Acredita que transparência e dado aberto são tão importantes quanto a manchete.

Credencial de redaçãoBrasília · DF

Em entrevista publicada neste sábado, senador diz que presidente do TSE não sabe o que fala e volta a contestar o resultado sem apresentar evidências.
Por Larissa Muniz

Serviços eleitorais voltaram em 3 de novembro; ausência no primeiro turno pode ser justificada até 3 de dezembro e no segundo até 8 de janeiro.
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Encontro ocorre de 11 a 13 de novembro; 14 eleitos já eram titulares, e a posse das duas turmas será apenas em 1º de fevereiro.
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Petista somou 10,38 milhões de votos entre os turnos, mais que o dobro da vantagem final; Flávio perdeu votos em seis estados.
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Em comício no Texas, presidente dos EUA voltou a insinuar fraude sem apresentar evidências; TSE confirmou vitória de Lula por 4,4 milhões de votos.
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Como a lei permite cassar a chapa Lula-Alckmin no TSE: quem julga, quais são os prazos legais e o que precisa ser provado em cada ação.
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Fontes do STF e do TSE veem falta de base para anular a eleição, e os presidentes da Câmara e do Senado aceitam o resultado.
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Eduardo Bolsonaro pediu que estrangeiros não reconheçam a eleição; Flávio anunciou pedido de anulação. As acusações ainda não foram comprovadas.
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Nos EUA e no Peru, tribunais e observadores não encontraram prova de fraude. Veja como cada caso terminou e o que ele ensina sobre contestações eleitorais.
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Com todas as seções totalizadas pelo TSE, Lula teve 64,26 milhões de votos e Flávio, 59,83 milhões. Flávio diz que vai pedir anulação.
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Em cinco estados e no DF, o segundo turno de 25/10 fechou o mapa dos 27 governos: o PL terá seis, o PSD cinco e o PT, quatro.
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No 2º turno, Lula teve 51,79% e venceu por 4,4 milhões de votos. Os dados do TSE mostram o que mudou em relação ao 1º turno de 4 de outubro.
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A pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado dá 50,7% a Flávio Bolsonaro e 49,3% a Lula, uma diferença de 1,4 ponto dentro da margem de erro.
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AIJE, AIME e RCED são as vias judiciais para contestar um resultado. Cada uma tem prazo próprio, medido em relação à diplomação dos eleitos.
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No domingo (25), a votação vai das 8h às 17h pelo horário de Brasília. Em 2022, o TSE confirmou a vitória de Lula às 19h57, com 98% das urnas apuradas.
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Alerta de tempestade do Inmet cobre domingo (25) em MG, PR e MT. Veja o que a sala climática do TSE faz se uma seção não puder funcionar.
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As campanhas acordaram abrir sigilos bancários e telefônicos até 23h59 de quinta (22). A divulgação depende de decisão do ministro André Mendonça, do TSE.
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Rio saiu da lista após o TSE anular votos de Garotinho; Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e DF decidem em 25 de outubro.
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Campanha de Lula protocolou no TSE autorização para abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico; Flávio ainda não entregou os próprios dados.
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Órgão independente cita excesso de bloqueios e falhas técnicas no Brasil; TSE cobra explicações antes do segundo turno agora.
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Audiência pública no sábado definirá 43 seções do Rio para três testes, com fiscalização de partidos e universidades credenciadas.
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Na escala 6x1 e no tarifaço, Flávio Bolsonaro trocou de lado em oito e nove dias; na Petrobras, em cerca de dez meses. Conservador conserva princípios, não conveniências.
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Do segundo turno à posse do presidente serão 72 dias, ante 63 em 2022; a diplomação dos eleitos termina em 18 de dezembro.
Por Larissa Muniz

Quem vai ao 2º turno entrega as contas em 20 dias, até 14 de novembro; quem fica no 1º turno tem 30, até 3 de novembro.
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Seções crescem 4,2% desde 2022, mais que o eleitorado, e cada uma reúne em média 307 eleitores; veja como conferir o resultado no papel.
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O TSE rejeitou por 7 votos a 0 o registro de Pablo Marçal, inelegível até 2032, e o PRTB pediu a troca no último dia do prazo.
Por Larissa Muniz

PSOL-Rede, PRD-Solidariedade, PDT, Avante e Missão não atingiram o piso de 2026; juntos, elegeram 34 deputados e perdem fundo e TV em 2027.
Por Larissa Muniz